Antes de descobrir a cultura não indigenas nós povos Surui vivíamos tranquilos e seguros da doenças. Foi em 1968.
Hoje em dia doenças como diabetes, febre e malarias já começaram a nos atacar depois do contato.
Antigamente nossa alimentação era saudável. Era tirada da natureza, como cará, mandioca, amendoins, banana, mamão, peixes assado, pássaros nativos e entre outras.
Quando tivermos o contato com não indígenas mais ouve a mudança na nossa alimentação. E ouve prejuizo como doença sarampo, diabetes, câncer e obesidade.
Nós mulheres Paiter Suruí enfrentamos tantos desafios depois do contato com os não indígenas.
Aprendemos uma língua que não é nossa para nos comunicar, sair da aldeia, do local que crescemos para estudar.
Aprendemos a manusear os aparelhos de comunicação ao nosso favor.
Nós mulheres Paiter conseguimos sim derrubar as barreiras. Mostramos que somos capazes de ter o que queremos. Lutamos para ter direitos na saúde, na educação e na política para contribuirmos nas nossas comunidades.
O povo Paiter Suruí realizar um ritual de passagem da menina moça para a fase adulta, que é a primeira menstruação. É feito com regras para cumprir o costume do povo, ficando alguns meses na maloca.
E comendo certos alimentos como mingau, cará, mandioca, batata-doce e bebendo chicha tradicional que é feito de cará. Em nenhum momento consomem carne, pois estraga o desenvolvimento.
Na comunidade do Sítio Carrapato, localizado em Crato-Ceará, acontece uma feirinha quinzenal dos produtores da agricultura familiar chamada FEPROAF.
Realizada sempre num sábado, é animada por apresentações culturais, onde pequenos empreendedores e artesãos locais exibem e vendem seus produtos, preservando suas tradições e construindo um futuro mais sustentável.
Em um Assentamento Rural no Sertão Nordestino vive Raimunda, uma jovem sonhadora.
Criada entre as áridas terras e os sonhos de uma vida melhor, Raimunda testemunhou desde cedo a partida de muitos de seus amigos e familiares em busca de uma vida melhor nas cidades distantes.
O curso técnico em agropecuária desenvolvido na EFA Dom Fragoso, localizado em Independência no estado do Ceará, trouxe a transformação para eu me adaptar com a convivência com o semiárido. Promovendo uma formação contextualizada e integral.