Brazil
Antes de descobrir a cultura não indigenas nós povos Surui vivíamos tranquilos e seguros da doenças. Foi em 1968. O nosso objetivo é criar futuramente um hospital aqui na nossa própria aldeia.
Somos jovens indigenas,, guerreiros e vamos fazer caminho melhor para a nossa população.
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O povo Paiter Suruí realizar um ritual de passagem da menina moça para a fase adulta, que é a primeira menstruação. É feito com regras para cumprir o costume do povo, ficando alguns meses na maloca.
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Aprendi a fazer artesanato com minha mãe e minha vó.
Isso serve para sustentar a nossa família.
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Nós mulheres Paiter Suruí enfrentamos tantos desafios depois do contato com os não indígenas. Aprendemos uma língua que não é nossa para nos comunicar, sair da aldeia, do local que crescemos para estudar. Agora estou realizando um dos meus objetivos, me formando em psicologia.
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Antigamente nossa alimentação era saudável. Quando tivermos o contato com não indígenas mais ouve a mudança na nossa alimentação. E ouve prejuizo como doença sarampo, diabetes, câncer e obesidade.
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O artesanato ajuda a nossa sobrevivência... O nosso trabalho é difícil, mas amamos o que fazemos.
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Nossa missão é criar uma praxi educativa na perspectiva de provocar uma leitura crítica da realidade.
Gerando mudanças de visão de mundo e mudança de atitude em defesa da vida por meio da solidariedade.
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Na comunidade do Sítio Carrapato, em Crato-Ceará, a FEPROAF é mais do que uma feira quinzenal - é uma celebração da cultura local, movida pela troca de produtos da agricultura familiar e pela sua própria moeda, o "Carrapato", respaldado pelo Banco de Sustentabilidade da Associação de Moradores.
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Minha tia, aos 88 anos, relembra uma época sem eletricidade, onde ferros de engomar precisavam de brasas. Recordações do interior do Ceará destacam a simplicidade e a riqueza da vida familiar, mesmo com dificuldades como armazenamento de alimentos e comunicação lenta. Tempos antigos eram escassos em recursos, mas ricos em humanidade e conexão pessoal.
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Raimunda, do Sertão Nordestino, luta contra a migração ao criar um Grupo de Teatro. Após reconhecimento nacional, enfrenta a partida dos integrantes em busca de estudo e trabalho. Torna-se professora e coordena o Grupo para valorizar a identidade rural, deter o êxodo e promover o desenvolvimento local.
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